| Your Luck Quotient: 62% |
You have a high luck quotient. More often than not, you've felt very lucky in your life. You may be randomly lucky, but it's probably more than that. Optimistic and open minded, you take advantage of all the luck that comes your way. |
Grasnares soltos sobre a vida, estados de alma e estados físicos, coisas boas e menos boas, sonhos e lamentos, dúvidas e descobertas. Grasnares - meus e teus - sobre o que nos apetecer. Desde que saiba bem e faça ainda melhor!
5.5.06
'How lucky am I?'
3.5.06
Timshel
Oh, como eu gostava de ser Grande...
1.5.06
"O Costa do Castelo"
Arthur Duarte, António Lopes Ribeiro, Cottinelli Telmo, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), mestres maiores desta arte. Realizadores sem igual.
25.4.06
De castigo...
21.4.06
"Since The Last Goodbye"
(Chris Rainbow - Lead Vocal
The hours, the minutes seem to fly
Memories, all we share between us
The years are moments passing by
Remember all the leaves were falling
Since the last goodbye
Memories, all we share between us
Since the last goodbye
20.4.06
Todo o mundo aqui tão perto...!
Gosto de terminar assim um dia de trabalho. Sinto-me viva, acarinhada, próxima de quem está longe. E de quem gosto.
19.4.06
(Re)encontros
Por circunstâncias várias, ontem e hoje reencontrei pessoas que há muito não via. Afastamentos mais ou menos intencionais, mais ou menos conscientes, mas que se traduziram num corte radical de qualquer contacto (num caso) ou nos contactos a cingirem-se a trocas de mails e telefonemas (nunca tão regulares quanto seria desejado), nos outros. Mas o tempo passa, e se nuns casos se tratou apenas de meses, noutros a separação foi mesmo de anos!
Gosto de rever amigos (ou simplesmente conhecidos). Relembram-me tudo o que já fiz, locais por onde passei, tudo o que aprendemos juntos. As alegrias partilhadas mas também as desilusões. E mostram-me o que mudei, o que mudámos. Ou não. O giro do almoço de ontem é que estamos todos na mesma, na aparência e entre nós! E a conversa fluiu alegremente, fácil. Foi tudo tão fácil que até parece que o relógio ganhou asas e correu mais depressa! No final, as inevitáveis promessas de repetição do reencontro a 4 num futuro próximo. Mas como em tudo, “futuro próximo” pode querer dizer tanta coisa (ou melhor, tanto tempo)...
Hoje, o outro reencontro “forçado”. Dávamo-nos bem, éramos amigos, mas a vida às vezes prega partidas e há uns anos valentes afastámo-nos. Porque eu o quis, porque teve mesmo de ser. Mas sei que ele acabou por ser “enrolado” numa história muito mal contada, e o que fez e disse foi porque “como dizia um ex-colega meu” (e perdoem-me a linguagem), esse meu amigo, excelente pessoa e que tanto confiava nas pessoas,“emprenhava muito facilmente pelos ouvidos”, e acreditou na tal história mal contada e inventada. Apesar de tudo o que aconteceu, tenho pena que nos tenhamos separado, mas não há volta a dar! Da minha parte o corte foi radical, não só com ele mas com um grupo de amigos, com “o” até então meu grupo de amigos. Mas o que se passou foi demasiado grave para ser esquecido. Contudo, gostei de o rever. Já quando combinámos isto pelo telefone, há uns dias, gostei do “Olá!” vivo e muito caloroso com que me recebeu. Foi um reencontro rápido (tratámos do que tínhamos a tratar) mas falámos muito cordialmente, de forma simpática. Acho que tínhamos ambos vontade de retomar a nossa amizade, de falar e perguntar o que cada um andou a fazer estes anos. Mas nenhum deu o 1º passo...
17.4.06
Salada... russa!
Cada vez tenho mais vontade de fugir, de partir sem destino nem bilhete de regresso. Estou a 'emburrecer', todos os dias sinto que perco algumas células cinzentas, não as ginastico... a dois!
Num horóscopo qualquer lido 'em diagonal' dizia que estava prestes a encontar o amor da minha vida. Será que posso acreditar? E como é que o vou encontrar? Ah, talvez me mande um mail ou me venha bater à porta... ;)
10.4.06
Pe. Filipe
Ontem voltei aquela igreja. E já sei o nome do padre, é o Pe. Filipe. Só este nome traz memórias, mas não vou entrar por aí. Vou sim relembrar tudo o que sinto quando ouço ‘este’ Pe. Filipe, a miríade de emoções que desperta, que me comove. Porque fala com o coração, porque ME fala ao coração. Porque tem o dom, como ninguém, de mostrar a cada um de nós como a Palavra de Deus tem a ver connosco, com as nossas vidas, com cada momento que vivemos. Fala pouco, mas ‘fala tanto’! E percebo que na assembleia o Pe. Filipe toca muita gente. Ao olhar em redor, vêem-se muitos olhos brilhantes ou marejados de lágrimas. Faz-me sentir viva, com Fé, com força. Faz-me sentir parte do Reino de Deus. Dá-me força para corrigir algumas coisas, mostra-me novos caminhos, outras formas de resolver problemas do dia-a-dia. Nem sempre é fácil ir ouvi-lo, mas venho de lá tão feliz, tão ‘cheia’ de energia!
22.3.06
Que sentimento de vazio...!
20.3.06
Ah, doença boa...!
"Everybody Knows (Except You)" *
I told the stars above
I told my mum and dad,
Everybody knows that I love you
I told all of my friends
I told the passers by,
Everybody knows I live for you
* Esqueçam a versão 'tuga dos Delfins. Não tem NADA, mas é que não tem mesmo NADA a ver!
Gosto muito dos Divine Comedy ("apresentados" por um amigo que me chamava musicalmente inculta...), mas de todas as canções que conheço, esta cedo se tornou para mim na que melhor descreve essa 'doença', essa mistura de sentimentos tão fortes, tão intensos, tão agradáveis que vivemos quando estamos apaixonados.
Ora digam lá que não é assim...
19.3.06
Mais um fim-de-semana...
Devia ter adiantado umas coisas de trabalho, mas ainda não lhes peguei. As últimas semanas têm sido complicadas, e não seria por trabalhar hoje que conseguiria sair a horas decentes nos dias que se avizinham. Ao menos descanso 'daquilo' no fim-de-semana, já não é mau.
E ainda tenho de fazer o IRS, e tenho de estudar...
16.3.06
Tenho de comprar uma bicicleta!
14.3.06
Computadores
Como é que máquinas que nos permitem poupar tanto tempo e simplificar a vida nos conseguem também dar tantas dores de cabeca e atrasar o trabalho todo? E estamos já tão dependentes deles que se nos falham por uns minutos que seja ficamos 'às aranhas'!
13.3.06
Este ano não vou à neve...
Gosto da emoção dos preparativos, de rever o material, da viagem. De ver a neve aparecer lá ao longe, à medida que nos aproximamos do destino. Do cheiro frio, do ar gelado que nos enche por dentro. Da chegada, da compra dos forfaits, do aluguer dos skis e do experimentar das botas. Do levantar cedo, do correr para as cadeirinhas, da 1ª descida. E de todas as outras, das pistas que se vão descobrindo, das vistas fantásticas que nos passam pelos olhos. Por sentir a cabeça "limpa", o "disco formatado", como costumo dizer, ao fim de 5 minutos de skis nos pés. Da neve fofa, dos saltinhos. Das aulas, do que vou evoluindo, das descidas rápidas, das gargalhadas. De skiar de t-shirt, nos dias quentes. Das pistas junto a lagos ou ladeadas por árvores. De descansar ao sol, sentindo a neve trespassar o fato. Do almoço comido à pressa para não perder tempo, numa qualquer esplanada (há sempre tantas pistas por descer...!). De rematar o almoço com um chocolate quente (sempre pequeno e caríssimo, já sei!). Das quedas em neve fofa (quando acontecem; felizmente são cada vez mais raras). Das gargalhadas, das fotos, dos filmes que ficaram para a posteridade. Dos minutos passados no alto, apenas a olhar para as montanhas à volta, para o mundo lá em baixo, ao longe, pequenino... Do que isso me acalma. De me sentir livre e tão feliz ali! De correr para a cadeirinha que nos levará às pistas mais altas, para depois as descermos calmamente, até ao fim, e sermos os últimos - ou quase - a regressar. Da inevitável batalha de neve, pelo menos no último dia, após a última descida. De me sentir qual astronauta quando tiro as botas pesadas. De comer uma sopa quente no apartamento, ou de me deliciar com um belo crepe doce, numa café ou numa crêperie onde ficamos horas e horas na conversa, a contar as histórias do dia e planear o dia seguinte. Do jantar (ou não...), da desarrumação da casa, das trocas e baldrocas e confusões. Das discussões sobre quem lava a roupa e limpa a casa em cada dia. Das risadas, das cartadas e jogatanas que nunca faltam noite dentro. De me sentir completamente de rastos, cedíssimo para os padrões normais, e de me deitar a sonhar com as pistas, e os skis, e a neve. Das nódoas negras, dos músculos doridos, e do prazer que isso me dá! De pensar nas pistas que ainda vou descer. Da luta interior do último dia, entre o cansaço acumulado, a razão, que me dizem para descansar (com os joelhos já a dar sinal, é o costume), e o coração, a adrenalina, que me empurram para as pistas. Luta desigual, injusta: ganha sempre a emoção de voltar às pistas, de aproveitar até à última cadeirinha, ao último minuto, ao último segundo. E a tristeza de deixar tudo aquilo, aquela calma, aquela paz de espírito. E o arrumar as malas, as saudades que já apertam, os planos que se fazem para o ano seguinte. Do último olhar para as pistas, da última neve que se vê.
Este ano não vou à neve. (Mas pedi para descerem uma por mim.)
6.3.06
Grandes verdades!
- Ando a sair tão tarde que quando chego a casa já nem me apetece jantar, e mal vejo o meu marido!
- Pois tu ainda tens sorte, tens marido...
- Sim, falas de barriga cheia!
- Nós nem temos tempo para procurar um!
- ... quase nem brinco com a minha cadela...
- Por isso é que há tantos casos com colegas de trabalho...
- ... não há tempo para ver outras pessoas!
- Parece que o que está a dar é ir às compras sozinho com crianças...
- ... ou com cães, têm muita saída!
- Sim, começam logo a meter conversa!
- Emprestas-me a tua cadela?
- É o cutchie, cutchie, umas festinhas ao cão...
- Um amigo meu disse que "emprestava" a filha a amigos solteiros para ver se tinham mais saída...
- Então vou passear passear com a minha afilhada...
- Pronto, este fim-de-semana vou passear com os meus sobrinhos...
- ... o pior é que nem tenho tempo para a ir buscar!
(risos)
E assim se passaram uns minutos de boa disposição, de descontacção após (mais) 1 dia altamente stressante.
Amanhã há mais... um dia altamente stressante, claro!
5.3.06
Comunhão de sentimentos
1ª Domingo da Quaresma. A igreja, pequena, estava cheia. É bonita, uma sobrevivente nesta Lisboa.
À medida que a cerimónia ía decorrendo, perguntava-me como tinha sido possível passar tanto tempo sem ali voltar. A homilía foi curta mas daquelas que nos (me) "tocam". O sacerdote falou com o coração, pensava em voz alta, era igual a qualquer um de nós, os fiéis que nos deliciávamos com as suas palavras.
A cerimónia tem traços que a tornam diferente, única, mais pessoal e intimista do que muitas outras a que já assisti. O Pai Nosso, cantado, foi tão emotivo que não consegui acabar de o rezar. Umas lágrimas teimavam em aparecer. Bem olhei para cima, para baixo, tentei disfarçar. E foi então que a rapariga de cerca de 30 anos que estava ao meu lado se baixou, abriu a carteira e tirou um lenço de papel. Constipada? Não, mas também tinha os olhos molhados. Sorri. E eu a pensar que era uma 'mariquinhas', que chora por tudo e por nada. Afinal a cerimónia tinha-a "tocado" também. Éramos cúmplices, partilhávamos o mesmo segredo. Procurei também um lenço e tentei secar os olhos. Em vão... :) Ao Abraço da Paz trocámos um sorriso cúmplice e 2 beijos.
Todo o dia pensei nessa Missa e na forma simples e despretensiosa como decorreu. Mas mais eficaz teria sido difícil! Senti-me com vontade de mudar o mundo, de dar o meu melhor, com um elo muito forte com as pessoas que comigo tinham assistido às palavras sábias do sacerdote e que tinham partilhado dessa hora tão especial. Tão tocante... Senti-me com muita fé, como há muito não sentia. Não sei (ainda) o nome do sacerdote mas tenho a certeza que me vou lembrar por muito tempo de algumas das questões que nos (me) colocou do ambão e da cumplicidade com a minha "companheira" de banco...
E agradeço a Deus ter-me levado esta manhã de volta àquela igreja...
3.3.06
Injustiças!
Sinto-me triste, injustiçada, revoltada com a falta de respeito e de consideração que por aí grassa. Apetece-me bater, gritar, fugir. Mas sei que não adianta... E alternativas, nem vê-las...! Haja paciência e ironia q.b....
2.3.06
Estão a ver?
Tal como temia...
Apesar de tudo, há coisas que nos fazem sentir bem. Muito bem mesmo! Uma delas é saber que deixei amigos nos sítios por onde passei (ou melhor, onde trabalhei), e que ainda não apagaram o meu nº das agendas dos telemóveis! E se há vantagem em fazer viagens longas, é que se pode passar mais tempo a matar saudades dos amigos. Vivas a quem inventou os telemóveis!