"Rest up while you can! On June 19, Uranus turns retrograde, bringing his flair for the unusual to a planet near you. Until the ruler of rebellion returns to direct motion on November 20, you may notice an increase in personality transformations or oddball news reports; indeed, the conventional wisdom for the next few months is 'Expect the unexpected.' Now, those of you with well-worn PDAs and perfectly up-to-date planners might find that advice less than reassuring. But the key to success these days is to go with the flow. That mind of yours is brimming with untapped talents and innovative ideas, and Uranus is bound and determined to set them free!
Uranus established his reputation as our solar system's renegade long ago. But this planet is very much a rebel with a cause, namely humanitarianism, creativity and breaking with tradition. During his retrograde journey, that energy -- which typically plays out on a more collective scale -- is focused inward. Is there a cause you want to get involved with? a pottery class you've had your eye on? a certain bohemian side of yourself that you haven't seen in a while? Seize this chance to celebrate your individuality and move beyond the status quo.
Reveal your full potential -- including talents that might surprise you!
Of course, a period known for erratic, unusual behavior might not be the best time to act on every brilliant idea. But these upcoming months are your golden opportunity to think outside the box in ways that the 9-to-5 world of convention doesn't always allow. Experiment with new modes of _expression to find the one that suits you best (pens, food, clothes, music ... no doubt you have ample tools all around you). By late November, you may find that you're ready to share what you've learned with the world."
Grasnares soltos sobre a vida, estados de alma e estados físicos, coisas boas e menos boas, sonhos e lamentos, dúvidas e descobertas. Grasnares - meus e teus - sobre o que nos apetecer. Desde que saiba bem e faça ainda melhor!
18.6.06
Agora é que vai ser!
5.6.06
Reunião de família
Pois é... somos muitos...!
30.5.06
A Igreja e os peditórios *
"Tal como a Sendyourlove, também sou católica praticante. E também me custa muito ouvir estas coisas, porque dão azo a que cada vez mais pessoas critiquem a Igreja. Mas não podemos esquecer que a Igreja é feita por Homens, cada com coisas boas e más, com pecados e virtudes como qualquer humano. Felizmente, para além da Fé que sinto, conheço muitos exemplos de padres que me fazem continuar a acreditar nesta Igreja. Pelo seu exemplo, pela sua palavra, por me falarem ao coração, por serem tão diferentes do exemplo que contaste! Tenho pena que quem não vai regularmente à Missa ou não acredita em Deus não se tenha nunca cruzado com padres assim! Ou será porque é sempre + fácil pegar nos aspectos negativos para dar + força às críticas?
Querem exemplos de padres que não honram Deus? Também conheço; também poderia contar muitos... Mas prefiro agarrar-me aos outros casos, a todos os que me fizeram sentir muito melhor depois de os ouvir. Aos que verdadeiramente ajudam quem precisa.
Mas a Igreja também tem muita culpa em tudo isto. Por exemplo, ao permitir que pessoas sem Fé casem pela igreja ou baptizem os seus filhos só pela festa, para (se) poderem mostrar à família e aos amigos. Sem perceberem a importância desse gesto. E quantas das pessoas que tanto criticam a Igreja não casaram ou gostariam de casar com uma cerimónia religiosa? Isto é que é hipocrisia! "
28.5.06
Comovo-me sempre...
Lembrei-me do que senti no Euro 2004, quando o cantei nas Docas, onde muitas gargantas (mais ou menos afinadas...) o cantámos em coro. A emoção que se sentia, o orgulho que se respirava são inesquecíveis! Estava acompanhada por um amigo de outro país, e recordo o respeito com que era escutado pelos estrangeiros que também ali estavam.
Heróis do mar, nobre povo,
Às armas, às armas!
Às armas, às armas!
Às armas, às armas!
26.5.06
Há dias assim...
... em que o copo parece estar meio vazio, a caminhar rapidamente para o vazio. Em que, por mais ensolarado que esteja o dia, tudo parece cinzento: as pessoas, os lugares, os sonhos. Dizem que sou muito desconfiada, mas continuo a acreditar nas pessoas, a querer acreditar nelas, e depois... que valentes baldes de água fria com que nos presenteiam! Foi o caso, é o caso. Quero fugir, quero desaparecer, preciso de um abraço...
22.5.06
Faço anos!!!
I don’t particularly like birthdays. Nor mine, to be exact. I don’t recall the last time I had a birthday party, nor a birthday cake. I’m just one day older than yesterday, and one day younger than t’row, so what’s the big fuss? I never tell anyone it’s my birthday, still I like when friends or colleagues congratulate me. Feels so nice…
One of the reasons why I don’t like b’days (or mine) is because I always tend to think of all the projects I had planned to undertake, and all the ideas that are still well hidden in the shelves. And I tend to feel a bit (too) lonely.
I know a friend of mine knows the ‘gipsy guy’. For the 1st time I mentioned him to this friend of mine, who told me very nice things about him. I pretended I just knew ‘the gipsy’ slightly. He can’t guess how I feel. If ‘the gipsy’ called me, THAT would be a hell of a birthday gift!
And I keep on dreaming and dreaming… ;)
21.5.06
"My way"
(P. Anka, J. Revaux, G. Thibault, C. Frankois)
[Recorded December 30, 1968, Hollywod]
And now, the end is here
And so I face the final curtain
My friend, I'll say it clear
I'll state my case, of which I'm certain
I've lived a life that's full
I traveled each and ev'ry highway
And more, much more than this, I did it my way
Regrets, I've had a few
But then again, too few to mention
I did what I had to do and saw it through without exemption
I planned each charted course, each careful step along the byway
And more, much more than this, I did it my way
Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all, when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all and I stood tall and did it my way
I've loved, I've laughed and cried
I've had my fill, my share of losing
And now, as tears subside, I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way,
"Oh, no, oh, no, not me, I did it my way"
For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught
To say the things he truly feels and not the words of one who
kneels
The record shows I took the blows and did it my way!
[instrumental]
Yes, it was my way
19.5.06
Lembranças
Hoje, como ontem, continuo sem conseguir esquecer histórias antigas. Histórias inacabadas. Mal escritas. Mal percebidas. Já não vale a pena tentar perceber. Tentei, achava que tínhamos deixado tudo esclarecido, que tínhamos sido claros quando dissemos o que pensávamos e o que sentíamos. E o que tínhamos pensado e sentido uns anos antes, quando nos conhecemos. Concordámos que tinha havido uma série de mal-entendidos, e que na altura nenhum questionou. E que tinha ficado claro que queríamos tentar, que achávamos que valia a pena. Enganos, puros enganos. Pelo menos da minha parte...
Será que dizes a todas o que me disseste? Se sim, tiro-te o chapéu pela tua cara-de-pau... Mas isto não coincide com a imagem que tinha de ti, sério, íntegro, honesto. E tanta coisa me lembra de ti: vejo as tuas iniciais nas matrículas dos carros (parece que pelo menos metade dos carros que circulam por cá passeiam o teu nome!), vou em sobressalto quando o telemóvel toca, e há sempre algo de ti na rádio que ouço, imagino encontrar-te quando passo nas ruas por onde andámos, nos sítios onde fomos. Imagino conversas, viagens, momentos partilhados.
Mas nada disto faz sentido. É mesmo (e apenas) “panca”, por as coisas não terem sido ditas “pretas no branco”. Pela incoerência entre o que disseste, as mensagens que me deixavas e os teus actos. Já não quero nada, a sério! Queria apenas que tivesses tido a honestidade de me dizer, olhos nos olhos, que tinhas mentido de todas as vezes que afirmaste que tinhas muitas saudades minhas, que quando nos conhecemos só não avançaste porque achavas que eu tinha outra pessoa, que pensavas em mim, que gostavas de mim...
18.5.06
Será?
17.5.06
Bahhhhh...!!!
Когда ты гоборишь мне по телефону? никогда!
13.5.06
Surpresa!
Reencontros
5.5.06
'How lucky am I?'
| Your Luck Quotient: 62% |
You have a high luck quotient. More often than not, you've felt very lucky in your life. You may be randomly lucky, but it's probably more than that. Optimistic and open minded, you take advantage of all the luck that comes your way. |
3.5.06
Timshel
Oh, como eu gostava de ser Grande...
1.5.06
"O Costa do Castelo"
Arthur Duarte, António Lopes Ribeiro, Cottinelli Telmo, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), mestres maiores desta arte. Realizadores sem igual.
25.4.06
De castigo...
21.4.06
"Since The Last Goodbye"
(Chris Rainbow - Lead Vocal
The hours, the minutes seem to fly
Memories, all we share between us
The years are moments passing by
Remember all the leaves were falling
Since the last goodbye
Memories, all we share between us
Since the last goodbye
20.4.06
Todo o mundo aqui tão perto...!
Gosto de terminar assim um dia de trabalho. Sinto-me viva, acarinhada, próxima de quem está longe. E de quem gosto.
19.4.06
(Re)encontros
Por circunstâncias várias, ontem e hoje reencontrei pessoas que há muito não via. Afastamentos mais ou menos intencionais, mais ou menos conscientes, mas que se traduziram num corte radical de qualquer contacto (num caso) ou nos contactos a cingirem-se a trocas de mails e telefonemas (nunca tão regulares quanto seria desejado), nos outros. Mas o tempo passa, e se nuns casos se tratou apenas de meses, noutros a separação foi mesmo de anos!
Gosto de rever amigos (ou simplesmente conhecidos). Relembram-me tudo o que já fiz, locais por onde passei, tudo o que aprendemos juntos. As alegrias partilhadas mas também as desilusões. E mostram-me o que mudei, o que mudámos. Ou não. O giro do almoço de ontem é que estamos todos na mesma, na aparência e entre nós! E a conversa fluiu alegremente, fácil. Foi tudo tão fácil que até parece que o relógio ganhou asas e correu mais depressa! No final, as inevitáveis promessas de repetição do reencontro a 4 num futuro próximo. Mas como em tudo, “futuro próximo” pode querer dizer tanta coisa (ou melhor, tanto tempo)...
Hoje, o outro reencontro “forçado”. Dávamo-nos bem, éramos amigos, mas a vida às vezes prega partidas e há uns anos valentes afastámo-nos. Porque eu o quis, porque teve mesmo de ser. Mas sei que ele acabou por ser “enrolado” numa história muito mal contada, e o que fez e disse foi porque “como dizia um ex-colega meu” (e perdoem-me a linguagem), esse meu amigo, excelente pessoa e que tanto confiava nas pessoas,“emprenhava muito facilmente pelos ouvidos”, e acreditou na tal história mal contada e inventada. Apesar de tudo o que aconteceu, tenho pena que nos tenhamos separado, mas não há volta a dar! Da minha parte o corte foi radical, não só com ele mas com um grupo de amigos, com “o” até então meu grupo de amigos. Mas o que se passou foi demasiado grave para ser esquecido. Contudo, gostei de o rever. Já quando combinámos isto pelo telefone, há uns dias, gostei do “Olá!” vivo e muito caloroso com que me recebeu. Foi um reencontro rápido (tratámos do que tínhamos a tratar) mas falámos muito cordialmente, de forma simpática. Acho que tínhamos ambos vontade de retomar a nossa amizade, de falar e perguntar o que cada um andou a fazer estes anos. Mas nenhum deu o 1º passo...
17.4.06
Salada... russa!
Cada vez tenho mais vontade de fugir, de partir sem destino nem bilhete de regresso. Estou a 'emburrecer', todos os dias sinto que perco algumas células cinzentas, não as ginastico... a dois!
Num horóscopo qualquer lido 'em diagonal' dizia que estava prestes a encontar o amor da minha vida. Será que posso acreditar? E como é que o vou encontrar? Ah, talvez me mande um mail ou me venha bater à porta... ;)