28.7.10

Isto já começa a ficar repetitivo...!

Ontem à noite, depois de um café em casa dele, fomos dar um passeio à procura de um ar fresco, já que em casa não se aguentava o calor! Longo passeio junto ao rio, de novo muita cumplicidade e confidências e o tema 'religião' veio à baila. Naturalmente, como tantos outros.  Com respeito mútuo, como sempre. E a conversa intimista prolongou-se noite dentro, até à hora 'a que o passarinho cantou'. :)  A voz calma e tranquila manteve-se mesmo nos momentos em que mais discordámos: eu, com uma visão (mais) irracional (no sentido em que creio n'Ele, algo só possível através da fé); ele extremamente racional, procurando (e encontrando) justificações e sentidos em tudo o que o (nos) rodeia e vai acontecendo.
 
Quase todas as nossas conversas são especiais e se caracterizam por uma enorme partilha, troca de confidências, cumplicidade e enorme respeito. Esta foi apenas mais uma, e destaco apenas por me ter aberto os olhos para uma nova perspectiva para a nossa vida e para o universo, e pela forma tranquila e de respeito com que conversámos sobre estes temas, que tão frequentemente levam a grandes discussões e celeuma!  Não entre nós...
 
Às tantas perguntou-se qual seria o sentido de estarmos ali a conversar sobre tudo aquilo, àquelas horas, no carro à porta de sua casa. Que teria sem dúvida um sentido, e que um dia o descobriria.  Tive vontade de dizer que talvez fosse o de me ajudar a ser feliz, com ele, e que esperava que fosse recíproco.  
 
Parece-me tudo tão perfeito que assusta! Serão estes os sinais que pedi para me ajudarem a perceber que papel teria na minha vida? E que papel quereria que eu desempenhasse na dele? Quero crer que sim! Quero quer que com ele posso ser feliz, completa, e, mais importante ainda, que podemos ser felizes juntos, e que a conversa de ontem, como todas as outras, são apenas degraus dessa escada que gostava que subíssemos sempre juntos.

27.7.10

Sensação boa... :)

Sim, provavelmente estou a "pôr a carroça à frente dos bois"... Mas por outro lado acho que estamos a ir com calma, com a calma possível.
 
Ainda estou "esmagada" pela torrente de emoções fortes do fim-de-semana: o passeio, a noite ao luar, a massagem, a noite e depois a noite seguinte, novamente ao luar, em casa (e em que tantas fantasias e devaneios foram partilhados).
 
Será normal esta sintonia? Quero crer que ambos a sentimos! E que a queremos preservar, daí a cvontade de não apressar nada.
 
Estarei iludida? Nem quero pensar nisso...! Quero aproveitar e saborear estes momentos, esta partilha, este "viver nas nuvens". Porque isto é novo para mim, o poder sentir isto, o (finalmente) gostar de estar com alguém, isso ser mútuo, e podermos de facto fazê-lo!


Hotmail: Powerful Free email with security by Microsoft. Get it now.

25.7.10

Dias felizes

É assim que me sinto. Cheia, ainda a tentar digerir tudo o (não) aconteceu, , da forma que (não) aconteceu, todas as conversas, todos os silêncios, todos os momentos de paz. Tanta sintonia, tanto equilíbrio, tanta abertura, tanta vontade de fazer e de esperar é esmagadora. O que o futuro nos trará não sei. Apenas sei que valorizamos o que temos o suficiente para não o querermos estragar.
 
Nunca a letra desta canção fez tanto sentido como hoje!
 
 
 
CHASING CARS (Snow Patrol)
 
We'll do it all
Everything
On our own

We don't need
Anything
Or anyone

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?

I don't quite know
How to say
How I feel

Those three words
Are said too much
They're not enough

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?

Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden
That's bursting into life

Let's waste time
Chasing cars
Around our heads

I need your grace
To remind me
To find my own

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?

Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden
That's bursting into life

All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes
They're all I can see

I don't know where
Confused about how as well
Just know that these things
Will never change for us at all

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?

30.6.10

Tenho saudades tuas...

... mas é das tais coisas que não (te) posso dizer! Porque estás longe há quase 2 semanas (sim, há telemóveis, eu sei, mas claro que não o farei!), porque (ainda) não te percebo e não sei se sentes o mesmo. E depois, porque não é algo normalmente eu diga, por mais verdade que seja...
 
Isto fez-me pensar no quanto deixamos por dizer por não ser "confortável", por eventualmente nos colocar (erradamente!) numa posição em que "damos o flanco": "gosto de ti", "gosto de estar contigo", "fazes-me bem", "tenho saudades tuas", "amo-te" custam a dizer e ficam demasiadas vezes presas na garganta.  Tal como os abraços por dar, os beijos por trocar, as mãos por segurar... E que diferença isso faria...!    

23.6.10

Difícil de gerir (e de perceber?)

Em 3 dias passámos muitas horas juntos. Foi bom, foi muito bom, mas passar daí para o estarmos 2 semanas sem falar (pelo menos) é para mim complicado de perceber e de gerir.  Só baby-sitter?  "Sabe-me" a pouco, gostava que fosse mais. Mas houve mais, houve cumplicidade noutras alturas, muita partilha. O que é que isso valeu, o que vale?  Ajudei a passar o tempo? O que mostrei de mim não é algo que partilhe com qualquer pessoa, por isso foi especial, entendi-o como tal... E para quem se dizia tímido e que também não falava de si facilmente, assumia que também tivesse sido especial.
Gostava, queria tanto perceber o que se está a passar...! O que espera, se é que espera algo. As insinuações sobre as "noites de luar", o "ficas cá em casa" ou "posso dormir no sofá" são lines atiradas sem sentido, para ver se pega, e a qualquer uma?
Gostava de pensar que queria que desta vez fosse diferente...

21.6.10

Isto de gerir espaços tem que se lhe diga...

Tenho já saudades, é isso... E tenho vontade de saber como estão mas não quero, não posso perguntar. Não quero 'invadir o espaço', não quero ser intrusa. Gostava de saber o que espera, o que quer, o que é suposto fazer. Gostava que tomasse a iniciativa de dar notícias, mas sinceramente duvido que o faça. Quando falámos, antes de ir, falou em 'quando voltar', não pediu para lhe dizer se entretanto houvesse notícias do meu lado.  
 
A verdade é que penso muito nele e neles, no que está e estão a fazer. No que poderíamos fazer caso lá estivesse também. E no que gostava de fazer a dois, lá e cá.
 
Tenho pensado também no que espera, no que quer. Será que temos concepções diferentes do que é 'ser amigos'? Do que amigos podem fazer? Quer a diversão sem compromisso? Temo que sim, e isso não é de todo o que gostava para mim...
 
A única coisa que sei é que é alguém que gostava de conhecer melhor. Porque acho que é uma excelente pessoa, e protege, takes care of me, e gosto disso, dessa atenção, de não ter de me preocupar.  
 
Acho o primeiro passo para mim será 'tocar'. E 'tocar' significa tão simplesmente não fugir, não evitar um toque de mão, no braço, um abraço. Algo simples assim mas que, para mim, marca um novo estádio. Porque 'sou de toques' mas evito, e fazê-lo significaria uma cumplicidade, uma união muito maior, sem timidez, sem medos, de (total) abertura.

8.6.10

Tanto medo...

Já tentei dizer não... tenho medo da reacção dos meus Pais (mas afinal ainda tenho idade para ter medo?), e mesmo que aceitasse, do que seria passar assim tanto tempo. Por mais que goste deles, é diferente estarmos juntos umas horas do que de repente vermo-nos juntos quase 24 h por dia, tantos dias. Acima de tudo, tenho medo de mim. 
Nunca se passou nada, e não se passaria. Quero e não quero ir, tenho medo de assumir o que quero. A questão da justa é só mais uma desculpa, porque até para isso já propôs uma alternativa. Mesmo que lhes custe antecipar o regresso. 
Já sei que não vou... porque é que não assumo que não vou, de uma vez por todas?  Acabam-se as esperanças, as falsas expectativas, deixo de sonhar. Que iria gostar?  Claro, não tenho dúvida.
Porque é que sou assim? Porque é que complico o que seria simples, de decisão fácil? Porque é que gosto de deixar os outros na expectativa até ao fim, até ser tarde demais para qualquer outra solução, até acabarmos todos por ficar mal por causa dos meus receios, dos meus medos, das minhas indecisões?
 
Não seria substituta, não o quero ser. Será que alguém pensa que isso poderia acontecer?
Gostava de entrar naquela cabeça e perceber o que quer... Companhia? Ajuda a 'rachar' despesas? O que foi aquilo no Domingo, a encenação das luzes tão dim, quanto não aconteceu nada, não houve um olhar mais revelador, nenhum gesto? 
E isso eu não quero ser, claro que não!

10.5.10

Muita água tem rolado...

Muita coisa tem acontecido a nível profissional e pessoal... No trabalho, após uns meses árduos mas muito interessantes A8 acima, A8 abaixo, eis uma nada esperada separação litigiosa. Ainda aguardo desenvolvimentos, mas entretanto pedi ajuda ao 'homem da queimas'. A ver no que dá...
 
Em termos pessoais, tem havido nas últimas semanas uma aproximação gradual ao Submarino. Entendemo-nos bem, acho, mas tenho medo de estar a depositar demasiadas expectativas (em quê, nem eu sei...). Este fim-de-semana dei comigo a pensar que posso estar a servir de apoio apenas nesta fase de 'nojo', e que um dia destes tem nova pessoa e eu volto a ser (apenas) companhia para almoço muito de quando em vez... A verdade é que têm sido frequentes chás chez moi ou fora, com conversas até tarde, que me têm feito muito bem. E pelo menos dia sim, dia não tem havido qualquer coisa.
 
Ontem mandou-me mensagem à tarde para nos encontrarmos junto ao rio. Quando cheguei, os Pais estavam com ele (e os filhos, mas isso eu já sabia). Senti-me como se estivesse à mostra, para aprovação, e isso deixou-me receosa e nervosa.  Depois do passeio no parque, convidaram-me para ir lá a casa lanchar. Ajudei no que pude (o lanche estava óptimo!) e depois saí. Foi uma saída apressada, e lamento por isso, mas não queria abusar. E estava atrapalhada, nervosa. Gostei muito, foi muito bom (e gostei daquele lado mais intimista, no seu ambiente, que mostrou). E gostei de uma vez me que me pôr a mão no ombro, soube bem, senti-me acarinhada...
 
Pelos vistos eu é que deixei a impressão de não estar à vontade, de ser tudo demasiado simples para mim, e não ter gostado. E foi tão errado...! Gostei mesmo, senti-me muito bem! Os filhos dele tratam-me muito bem, e não sou criticada por não me estar a comportar bem, por ser irresponsável com os miúdos, não me estão constantemente e deitar abaixo (também não é preciso; eu própria me encarrego de o fazer sozinha!).
 
Acima de tudo fiquei triste. Porque gosto deles, porque me senti muito bem ontem e não o consegui demonstrar.  Porque não consigo pôr as pessoas à vontade quando estão comigo.  Porque tenho o condão de afastar as pessoas que mais queria ter por perto.  Porque acho que não consigo mudar, e tenho pena, porque quem perde sou eu...
 
A conversa tem de continuar, e não pode ser (só) via messenger... 

8.2.10

Aviso à navegação

Por favor não enviem mais CVs! No more application forms, please!  So far no one has matched the required profile!  This vacancy will be fulfilled by dirrect appointment, regardless of how long the process may take...

5.2.10

Então é assim:

Gostava de gostar de quem gosta de mim
ou melhor:
Gostava que de quem eu gosto também gostasse de mim.
É isto, tenho dito.
É pedir muito? Parece que sim...

Festas no ego

Almoço com FM, o 'espanhol'. Não me apetecia muito, estou engripada, e ter de fazer conversa com alguma cerimónia... Acabou por correr melhor do que contava. Percebi - aliás, disse-o claramente, e por várias vezes - que gostava de mim, e sei que se tivesse dito algo, estaria interessado em qualquer coisa mais. Elogiou-me muito, várias vezes, demasiado. Sabe bem ouvir, mas senti-me mal. Porque sei que esperava mais, que queria mais. Porque já percebeu que não vai acontecer aquilo que queria. Porque está sozinho e as coisas lhe estão a correr mal, difíceis. É simpático, mas não vai haver nada do que pretende. Ainda me lembro do seu livro, e só de imaginar algumas coisas causa-me arrepios!
 
Ofereci-lhe o almoço, e não reclamou. Achei que o devia fazer... Espero que encontre que procura, e projectos que o motivem e o animem!  Bem precisa...!

14.1.10

Estou tão farta de discussões...!

Acabei de chegar a casa, Cansada, estoirada, farta de me levantar cedíssimo, de fazer quilómetros de carro (quase 900 em 2 dias; na semana passada foram mais de 1200).  Reuniões chatas, muita coisa para fazer.  Passei por casa dos meus Pais fazer ver como estavam e, claro, a minha Mãe abriu logo uma discussão. Sem sentido, porque sim, porque não me via há 2 dias (e sim, já percebi que quando estamos uns tempos sem me ver o reencontro é sempre com discussões).  E foi de tal modo injusta a de hoje que até o meu Pai veio em minha defesa!
 
Estou farta, estou cansada, estou farta que me exijam sempre que pense nos outros, que cuide dos outros, que me sacrifique pelos outros. Quero pensar em mim, quero ser egoísta. Acima de tudo, que (gostava) que alguém pensasse em mim...
 
Hoje chorei, chorei mesmo. Estava a precisar de desanuviar. (Ou isto ou passear junto ao mar).  Fez-me bem...

11.1.10

Não percebo nada de nada!

Cada vez percebo menos disto, juro!  Ou melhor, do PalopMan.  Depois das queixas que fez, que me pareceram 'estruturais' em qualquer relação, nunca pensei que reatassem. Ou melhor, não tenho a certeza que tenha acontecido, mas que estão bem, não há dúvida.  E na semana passada convidou-me para ir ao cinema... Já nem sei o que pensar! Se quero alguém assim? Não, não mesmo!  Mas... serão ciúmes? Não quero que sejam...

3.1.10

(Des)prendimento?

"I kind of see this all love as this, escape for two people who don't know how to be alone. People always talk about how love is this totally unselfish, giving thing, but if you think about it, there's nothing more selfish.", Jesse [Wallace] (Ethan Hawke) in "Before Sunrise"

E é isto

"It is so nice when you can sit with someone and not have to talk.", Harry Burns (Billy Crystal) in "When Harry Met Sally"

Dias úteis

Não sei se já tinha aqui falado no blog do Pedro Ribeiro, "Dias úteis".  Sou visita assídua, e de vez em quando deixo um comentário.  Tem muitos textos lindos, dos que vêm cá de dentro, do coração, e não raras vezes dou por mim a rir a bom rir ou a chorar com o que lá escreve. Ou as duas coisas ao mesmo tempo.
O post de hoje (http://osdiasuteis.blogs.sapo.pt/439006.html?page=2#comentarios) é dos textos mais bonitos que escreveu.  E que me fez chorar, claro! E me fez pensar em pessoas e em coisas que me rodeiam e que fazem parte da minha vida, quer queira, quer não, e que são peças do puzzle que sou.
E fez-me ter pena de não ter a meu lado ninguém com quem partilhar tudo isso, com quem chorar e rir, com quem fazer este exercício, escrever um texto assim, a 2...
Mas o Pedro tem, e fico muito feliz por ele!  

30.12.09

Status talks

Ontem, dia de jam session (sessão anual, como tem acontecido ultimamente...). Bem tentei mas não consegui chegar lá (ele bisou!). Sei que isso o frustra e bem tento, mas é mesmo problema meu.
Mas foi muito bom, muito calmo, com muita conversa à mistura.  Com direito a jantar e tudo (uma pizza do  PD e uma cola partilhadas)!  Ele falou, falou, falou muito. Vi que estava a gostar de me contar tudo aquilo, na empresa, as vantagens e desvantagens das últimas novidades tecnológicas.  E eu estava a gostar de o ouvir gostar de falar. Piscar o olho Ícone Expressivo  No fim disse que afinal o radio silence desta vez talvez não fosse necessário.  Não sei como o interpretar (e quero fazê-lo?): as jam sessions deixaram de ter o impacto de outrora ou não queria perder o canal que se abriu (e seria preciso?) com a status talk?  Ou nada disto?
Entretanto, pensei muito nos 2 M. Talvez mais no PalopMan.  Estamos a passar da fase de sms para a de telefonar.  E gosto de falar com ele, gosto de falar com ambos.  Gosto do cuidado que agora tem.  Mas não sei qual a sua situação actual. É estranho, muito estranho...
Primeiro, não sei o que quero.  Se o quero, e como o quero. Ou melhor, sei como NÃO o quero (servir para ajudar a esquecer, ou como baby sitter).  Não quero dar esperanças, não quero cortar. Estou a fazer coisas que não tenha feito com outras pessoas?  Ça depends... das pessoas! 
Os próximos dias serão elucidativos, espero.  Até porque está apalavrado um ch´´a para breve...

16.12.09

Dia chato

Mais uma viagem à terra dos pastéis.  Ainda só fui 3 vezes 1/semana e começo a ficar farta... Reunião chata no cliente lá de cima. Descoberta de "surpresas" várias, informação em falta e que nos (me) "estraga as contas" para a estratégia.
 
O que eu mais queria, o que eu queria, era ter alguém em casa quando chegasse, alguém que me abraçasse e dissesse que tudo ía correr bem... Mas não tinha, não tenho. E é disto que sinto falta. 

10.12.09

Dia bom

Ainda tentei trabalhar alguma coisa de manhã, mas não consegui. E depois, almoço com PalopMan. Azar dos azares, parece que toda a empresa resolveu ir almoçar ao mesmo sítio!  Como de costume, a conversa fluiu, foi bastante agradável. Mais uma pizza dividida, e a conversa foi acontecendo, calma e naturalmente. Estava giro!  De fato (ou melhor, calças e camisa, cabelo p'ró comprido, como gosto (à homem, claro!, mas com tamanho suficiente para passar as mãos e brincar com ele...).  2 despedidas, porque depois da 1ª a conversa voltou a pegar. E de ambas tive de ser eu a dizer-lhe que eram horas de ele voltar.  Bem me apetecia continuar, mas afinal é suposto ser responsável qb, não é? Piscar o olho Ícone Expressivo
 
Prometemos ir falando, talvez combinar qualquer coisa para o fim-de-semana.  Era tão bom... não sei o que quero, não sei o que queremos ou o que pode dar. Mas sei que gostamos de conversar os 2, de estar juntos. Acho que sou um porto seguro, pelo menos quero acreditar que me vê assim.  
 
Depois, "perdi-me" nos presépios da feira de Natal da FIL. Hoje foram "só" 6... ;(
 
 
 
  

4.12.09

Mais uma para a banda sonora do meu funeral

Esta não podia faltar, de maneira nenhuma. Porque é a música que associo a um grande amigo, a um grande cúmplice. Porque felizmente tive muitos perfect days na minha vida. Porque a música é linda, gosto muito da voz do Lou Reed e me faz lembrar este amigo e todas as coisas bonitas que a vida me tem dado.
 
"Perfect Day", Lou Reed