Grasnares soltos sobre a vida, estados de alma e estados físicos, coisas boas e menos boas, sonhos e lamentos, dúvidas e descobertas. Grasnares - meus e teus - sobre o que nos apetecer. Desde que saiba bem e faça ainda melhor!
28.9.10
Certezas...
15.9.10
In 'malmequer' mood...
A primeira chuva da época
Só cansaço?
14.9.10
Noite de surpresas....
O "Serras de Azeitão" estava tão bom que acabámos por beber mais de metade da garrafa, e só demos por isso quando nos levantámos. O jantar foi muito bom (a pizza estava óptima!), e depois do café sentámos um pouco (eu tinha de 'acalmar' os vapores etílicos antes de pegar no carro...).
Não tardou muito que pusesse umas almofadas no chão e 'ensaiámos' movimentos básicos de reiki. Pediu depois uma massagem nas costas, e se começou 'séria', pouco depois as minhas mãos passeavam-lhe já pela cabeça, pelo peito, pela cara.
O resto, bom, não vale a pena entrar por aí. ;) Foi muito, muito bom. Muito calmo, muitas novidades. Posições e a porta de trás. :) E beijámos-nos, pela 1ª vez. Ao de leve, mas beijámo-nos. Algumas vezes.
Insistiu para que ficasse lá a passar a noite. Apetecia-me, mas não podia... Depois daquela noite, gostava de ter adormecido abraçada a ele. E à saída, acho que queria um beijo mas eu, atrapalhada embora o quisesse muito, acabei por lhe dar 2 beijos. Raios, porquê?
Hoje estou nas nuvens. Custa-me a acreditar que aconteceu, que está a acontecer.
Mas o quê? Não sei o que quero, nem sei bem o que sinto. Mas é bom...;)
13.9.10
Coisas novas...
E sinto-me mais próxima dele...
25.8.10
Dia bom, ontem... :)
Ontem, começou com uma troca de mails com o '1º' para almoçarmos. Almoço longo, muito agradável. Veio aqui ter comigo, o que foi bom. E ofereceu-me o almoço. ;)
À tarde, mensagem do Sub para ir ter com ele e a prole junto ao rio. Acabei por ir jantar a casa dele (passei entretanto por casa para levar o que tinha tirado para o meu jantar - salsichas frescas - e levei uma garrafa de vinho que tínhamos aberto uns dias antes e fruta). Foi muito bom. Levei livros aos filhos, li-lhes (contei) o início da história do dele e depos de se deitarem, ficámos à conversa. Só o luar e uma vela... (lua cheia de Agosto, bonita!). Resolveu então ir buscar um licor e sentámos-nos no sofá. A falar do que tinha acontecido, do 'potencial' de vários recantos do 'refúgio'. Do que poderemos fazer...
Hummmm, as perspectivas são muito interessantes...;)
23.8.10
Lembro-me de ti...
22.8.10
:)
20.8.10
É como me sinto hoje...
"Dá-me um abraço"
Dá-me um abraço que seja forte
E me conforte a cada canto
Não digas nada que o nada é tanto
E eu não me importo
Dá-me um abraço fica por perto
Neste aperto tão pouco espaço
Não quero mais nada, só o silêncio
Do teu abraço
Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
E estando longe, estive tão perto
Do teu abraço
Dá-me um abraço que me desperte
E me aperte sem me apertar
Que eu já estou perto abre os teus braços
Quando eu chegar
É nesse abraço que eu descanso
Esse espaço que me sossega
E quando possas dá-me outro abraço
Só um não chega
16.8.10
Um desafio... surpresa mútua?
A semana começou 'coxa' :)
Desta vez falou do passado, das relações complicadas. Ups, passou por muito, e durante muito tempo. Coisas que moem, coisas que marcam (quase sempre de forma indelével).
Estamos próximos. Gostamos de estar juntos. E se há alturas em que gostava que houvesse algo mais, outras há em que fico tão feliz por termos esta relação assim calma, de partilha, sem mais nada... (Atenção: gostei muito, muito, muito do que houve na outra noite!).
13.8.10
Não posso continuar asism...
Agora deu-me para voltar aos Deacon Blue e ao seu 'When Will You...'. Seja o telefone a tocar ou a msn a alaranjar, queria notícias tuas!
Queria perceber o que ele quer, e não sei se estou a dar os sinais que queria. E, mesmo que esteja, estarão a ser bem lidos?
Não consigo estar até final do dia sem ter notícias. Não queria ser eu a dar, mas se calhar vai mesmo ter de ser...
Se eu percebesse o que está a acontecer...!
Do meu lado, acho que sei: feliz ou infelizmente, há muita coisa nele de que gosto, que corresponde ao que eu procurava. Quer fisicamente, quer na maneira de ser. Se não fossem os 'antecedentes', pensaria da mesma forma?
Imagino-me abraçada, protegida, e tenho saudades, muitas.
'Ressacating' ?
12.8.10
A caixa de Pandora
Disse-lhe que tinha inventado muito quando lhe toquei. Ficou admirado, muito, porque disse que tinha gostado muito. Fiquei contente, claro! :)
Falou com alguma insistência nos comentários sobre os almoços com colegas, boleias. Sei a quem sem refere, claro, é fácil de perceber. Não, não existe nada, só amizade, quero crer (mas não como a nossa, espero!).
Mais uma noitada, as 4 horas de saída da praxe. Mas soube bem, como sempre.
10.8.10
Não, não o vou fazer...
É isto que não compreendo, que estranho, de que não gosto. Porque é que tem de ser assim (e tem mesmo)?
Não são contas de cabeça, são só revisões...
Será que esta não é, afinal, a solução que agrada a ambos? A mais confortável, aquela em que temos o melhor dos 2 mundos? Prazer sem compromisso?
Só que me sabe a pouco, gostava de sentir mais, que estivéssemos mais próximos. Mantendo o espaço que para ambos é fundamental, mas em que houvesse uma partilha mais diária.
E esta é mais uma das tais coisas que terei de decidir por mim, só e apenas por mim. Como tantas outras. Como quase tudo. Como tudo o que é importante para mim em termos pessoais.
Afinal, será que tenho amigos? (Não, isto não é uma queixa. É apenas uma constatação de que há muitas áreas da minha vida que não partilho, que são só minhas. Nem com as pessoas que em teorias estariam mais próximas de mim).
É assim... Sou assim, para o bem e para o mal...
9.8.10
Aconteceu (bom, quase...)!
Um copo junto ao rio e depois, literalmente moeda ao ar. Ganhou o 'refúgio' e não tardou que estivessemos a caminho. Lá, já mais confortáveis, uma sessão de massagens ao ar livre (tive direito a 2, fantásticas!). A 2ª claramente de 'preparação' para o que viria... E sem álcool nem tabaco.
Começou tudo calmamente, muito calmamente, com muitas carícias. Que finalmente entraram por 'zonas proibidas'. Primeiro não directamente, mas em que me pedia para 'abrir caminho'. Quando chegou a vez dele, hesitámos (mais ele?) e por fim levou-me lá. Com muito respeito, muita calma, muito devagar. Tudo muito saboreado. O bom foi que o prazer foi partilhado, gozámos ambos (eu perdi a conta!).
Desta vez não fiquei a fazer contas de cabeça. Porque foi sentido pelos dois. Já não houve aquilo de 'é para ti, é a tua fantasia, é para teu prazer'. Não, tem de ser para ambos (só assim vale a pena!). E depois dormimos, finalmente dormi.
Ontem de manhã, junto ao mar, pensei nele, no que tinha acontecido. Fica pelo físico, é isso que queremos? E em que moldes? Há que falar, sem dúvida.
Mas do que não tenho dúvidas é que foi muito, muito bom... :)
6.8.10
A velha questão voltou à baila...
Há alturas em que as "ideias pré-históricas" dos meus pais me irritam MESMO!
Se pensam que vou incluir na lista de critérios para escolha dos amigos o serem ou não divorciados, enganam-se redondamente! Até porque, como sempre disse, acho que os divorciados têm o mérito de assumir as suas relações. Ou será que preferem os solteiros que já viveram juntos várias vezes e que nunca quiseram assumir, perante si e os outros, os seus (des)amores? Mas estes sempre têm o BI "imaculado"...
Não, não me vou dar com as pessoas pelo facto de serem ou não divorciadas. Isso para mim é apenas relevante na medida em que todo o seu passado os tornou na pessoa que são hoje, deu bagagem, experiência de vida. Pela mesma ordem de ideias poderiam não querer falar comigo só porque não o sou, ou porque nunca me conheceram ninguém.
Gosto do Sub pelo que é, pela forma de pensar (e sim, reconheço que há alguma atracção...). Se vai dar alguma coisa, não sei. Primeiro, não sei se queremos (sim, porque o que quer que aconteça, e sobre isto já falámos!, terá obviamente de ser decidido a 2). Depois, se as coisas resultariam.
E se o facto de haver alguma coisa puser em risco esta relação que considero especial que temos, prefiro deixar tudo como está!
3.8.10
E bastou um pormenor para fazer toda a diferença...
28.7.10
Isto já começa a ficar repetitivo...!
Quase todas as nossas conversas são especiais e se caracterizam por uma enorme partilha, troca de confidências, cumplicidade e enorme respeito. Esta foi apenas mais uma, e destaco apenas por me ter aberto os olhos para uma nova perspectiva para a nossa vida e para o universo, e pela forma tranquila e de respeito com que conversámos sobre estes temas, que tão frequentemente levam a grandes discussões e celeuma! Não entre nós...
Às tantas perguntou-se qual seria o sentido de estarmos ali a conversar sobre tudo aquilo, àquelas horas, no carro à porta de sua casa. Que teria sem dúvida um sentido, e que um dia o descobriria. Tive vontade de dizer que talvez fosse o de me ajudar a ser feliz, com ele, e que esperava que fosse recíproco.
Parece-me tudo tão perfeito que assusta! Serão estes os sinais que pedi para me ajudarem a perceber que papel teria na minha vida? E que papel quereria que eu desempenhasse na dele? Quero crer que sim! Quero quer que com ele posso ser feliz, completa, e, mais importante ainda, que podemos ser felizes juntos, e que a conversa de ontem, como todas as outras, são apenas degraus dessa escada que gostava que subíssemos sempre juntos.
27.7.10
Sensação boa... :)
Ainda estou "esmagada" pela torrente de emoções fortes do fim-de-semana: o passeio, a noite ao luar, a massagem, a noite e depois a noite seguinte, novamente ao luar, em casa (e em que tantas fantasias e devaneios foram partilhados).
Será normal esta sintonia? Quero crer que ambos a sentimos! E que a queremos preservar, daí a cvontade de não apressar nada.
Estarei iludida? Nem quero pensar nisso...! Quero aproveitar e saborear estes momentos, esta partilha, este "viver nas nuvens". Porque isto é novo para mim, o poder sentir isto, o (finalmente) gostar de estar com alguém, isso ser mútuo, e podermos de facto fazê-lo!
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25.7.10
Dias felizes
Everything
On our own
We don't need
Anything
Or anyone
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?
I don't quite know
How to say
How I feel
Those three words
Are said too much
They're not enough
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?
Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden
That's bursting into life
Let's waste time
Chasing cars
Around our heads
I need your grace
To remind me
To find my own
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?
Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden
That's bursting into life
All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes
They're all I can see
I don't know where
Confused about how as well
Just know that these things
Will never change for us at all
If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me
And just forget the world?
30.6.10
Tenho saudades tuas...
23.6.10
Difícil de gerir (e de perceber?)
21.6.10
Isto de gerir espaços tem que se lhe diga...
8.6.10
Tanto medo...
10.5.10
Muita água tem rolado...
8.2.10
Aviso à navegação
5.2.10
Então é assim:
Festas no ego
14.1.10
Estou tão farta de discussões...!
11.1.10
Não percebo nada de nada!
3.1.10
(Des)prendimento?
E é isto
Dias úteis
30.12.09
Status talks
16.12.09
Dia chato
10.12.09
Dia bom
4.12.09
Mais uma para a banda sonora do meu funeral
1.12.09
Gostava de perceber o que se passa...
Não sirvo para 'cura de males de amor', se é esse o objectivo. Queria tanto perceber... Não me quero magoar, não quero magoar ninguém.
Entretanto, continuo sem saber porque 'escondia' que tinha outra pessoa, porque me convidava para sair com os filhos sem ela, porque dizia sempre que não tinha apoio com eles, que achava que estar sozinho podia ser uma boa ideia, pelo menos por uns tempos... Porquê?
A ver se se faz luz brevemente...
Windows Live: Friends get your Flickr, Yelp, and Digg updates when they e-mail you.
29.11.09
Noitada à conversa
Foi bom, foi agradável, mas continuo sem saber o que pretende, como me vê. Uma no cravo, outra na ferradura, claramente!
E eu?
Keep your friends updated— even when you're not signed in.
26.11.09
Vício confesso!
Sabe tão bem...!
25.11.09
Estou como o tempo...!
22.11.09
Um bálsamo para a alma
18.11.09
Não consigo perceber...!
16.11.09
I've got a feeling...
15.11.09
As músicas do meu funeral
14.11.09
Ups... tanto pedi...!
10.11.09
Esquecer o tempo quando se está com amigos
6.11.09
Mais (ou menos?) um...
5.11.09
Onda má, esta...
I can't figure out why...
The fear of loneliness can be such a frightening thought!
2.11.09
O dia começou bonito mas...
29.10.09
Há tanto tempo...
Agora não quero perder este hábito saudável de por aqui passar de vez em quando. Faz bem, ajuda a clarificar ideias, a desanuviar.
17.12.06
Sim, mas...
12.12.06
Fase boa
1.12.06
Diagnóstico preciso
29.11.06
E vão 3...!
O bom do Natal...
Pena que o Natal seja só de 365 em 365 dias...
21.11.06
Foi bom!
20.11.06
Finalmente!!!!
Não foi nada mau...!
19.11.06
É assim...
"Os limites que traçamos não impedem os outros de entrar; impedem-nos de viver, de experimentar a vida. A vida é complicada. Nós somos assim."
E continua: "Here's what I know. There are some lines too dangerous to cross. But there are others: if you're willing to throw caution to the wind and take a chance, the view from the other side is spectacular."
9.11.06
Sniff...Sniff...
5.11.06
Arrumações
2.11.06
De volta à normalidade
1.11.06
Contrasensos
Para um povo que se diz tão católico e a acreditar na vida para além da que temos agora, não há um contrasenso brutal entre isto e o que fazemos? Os nossos cemitérios afastam a vida, não ajudam ao recolhimento, não transmitem calma. Pelo contrário, afastam-nos, só vamos nas datas festivas (quando vamos...), inquietam-nos. Feios, sujos, desarrumados, com campas das mais diversas formas e feitios.
1 de Novembro...
31.10.06
O sol de Cargaleiro
29.10.06
Porquê?
25.10.06
Não sei o que se passa...
23.10.06
Que vazio...!
Só me apetece é ganir...!
20.10.06
Semana chata...
Já terá saído o €Milhões? Eu não queria tudo para mim, só um bocadinho... ;)
16.10.06
E não é que é mesmo assim?
Maybe you've been burned before, or maybe you're just too busy changing the world, but when it comes to your love life, you definitely look before you leap. While you might not be cautious in every aspect of your life, love is an area you tread on lightly. Let's face it, you'd rather have a little more control over your emotions, but they're sometimes hard to pin down. So rather than get lost in them, you, and many of us, probably prefer to focus on other aspects of your life.It's not that you don't want love to wash over you so you feel all warm and fuzzy inside. It's just that you'd probably like to fall in love when it best fits into your calendar. Still, with your smarts, you're probably able to sense when you're up for a little romancing and when you're not. Just remember, if you're ever on the fence, you want to fall off on the side where someone's going to catch you. Especially if he's tall, dark, and handsome."
Como é que sabiam?
10.10.06
:(
Mas já ontem estava muito "chocha" à noite. Aquela sensação de que se um TIR me passasse por cima, acho que nem daria por isso...
8.10.06
Ontem estava com este espírito...
..."It's easier to leave than to be left behind". Grande frase de uma grande canção de um grande grupo, os REM, que tive a sorte de ver ao vivo no ano passado na Pavilhão Atlântico. Michael Stipe no seu melhor! A canção toda reza assim:
"Leaving New York"
It's quiet now
And what it brings
Is everything
Comes calling back
A brilliant night
I'm still awake
I looked ahead
I'm sure I saw you there
You don't need me
To tell you now
That nothing can compare
You might have laughed if I told you
You might have hidden A frown
You might have succeeded in changing me
I might have been turned around
It's easier to leave than to be left behind
Leaving was never my proud
Leaving New York, never easy
I saw the light fading out
Now life is sweet
And what it brings
I tried to take
But loneliness
It wears me out
It lies in way
And all not lost
Still in my eyes
The shadow of necklace
Across your thigh
I might've lived my life in a dream, but I swear
This is real
Memory fuses and shatters like glass
Mercurial future, forget the past
It's you, it's what I feel.
You might have laughed if I told you (it's pulling me apart)
You might have hidden a frown (change)
You might have succeeded in changing me (it's pulling me apart)
I might have been turned around (change)
It's easier to leave than to be left behind (it's pulling me apart)
Leaving was never my proud (change)
Leaving New York, never easy (it's pulling me apart)
I saw the light fading out
You find it in your heart, it's pulling me apart
You find it in your heart, change...
I told you, forever
I love you, forever
I told you, I love you
I love you, forever
I told you, forever
You never, you never
You told me forever
You might have laughed if I told you
You might have hidden the frown
You might have succeeded in changing me
I might have been turned around
It's easier to leave than to be left behind (it's pulling me apart)
Leaving was never my proud (change)
Leaving New York never easy (it's pulling me apart)
I saw the life fading out (change)
Leaving New York, never easy (it's pulling me apart)
I saw the light fading out (change)
Leaving New York never easy (it's pulling me apart)
I saw the life fading out (change)
4.10.06
E estamos quase no Natal...
24.9.06
Setembro
Ontem foi um desses casos: voltei às aulas de R., e não me canso de dizer que estou a estudar entre amigos. A começar pela professora, a L., da minha idade. E há o nosso génio, o R., também ele professor mas de contas, a B., a E., o C., o A., o F. , a C. E os que já forma passando, como o M. É um grupo muito heterogéneo, quer em termos de idades, quer de origens e de vivências. Mas acho que já não conseguimos passar uns sem os outros! Foi tão bom revê-los!
Ontem, depois da aula, a conversa foi-se prolongando. A L. perguntou-me se tinha tempo para um café na esplanada nova; percebi que queria falar. Estava fechada (azar!, que o dia estava bonito e solarengo), e acabámos por ficar no átrio a conversar. Do trabalho e dos problemas que tinha (como nós gostamos de abusar dos estrangeiros que optam por viver entre nós!), das suas férias de regresso a casa, da família. Ficámos quase 2 horas na conversa! Felizmente não tinha ninguém à minha espera para almoçar...
Até há poucos meses, como as aulas eram longas (3 horas), fazíamos um intervalo a meio e íamos até ao bar. Sabia tão bem...! E foi também isso que nos aproximou, tenho a certeza. Nos últimos meses passaram a ser de apenas 2 horas, e aí deixámos de fazer o intervalo. Como a L. tinha aulas a seguir, nem podíamos ficar com ela. Este ano a L. decidiu não ter mais aulas depois da nossa podermos ir passear, almoçar, ou simplesmente ficar por aí. Óptima ideia!
As aulas e a relação de amizade que nasceu entre todos nós são um excelente bálsamo! Também já não podia passar sem elas!
Acasos
Gostei tanto de o rever! O S. sempre foi uma pessoa sã que, como eu e felizmente mais alguns, nos revoltámos com as enormes injustiças de há alguns anos para com um amigo nosso. O preço disso? Quebrei o contacto com os meus maiores amigos até então, que não compreenderam a minha posição e tiveram atitudes verdadeiramente cruéis para connosco.
Casou há alguns anos com uma amiga nossa dessa data, de um desses grupos. 3 filhos. Mas o tempo não passa por ele nem pela A.! Ou melhor, está mais maduro, claro, mas continua com aquele sorriso lindo que alegra a alma. Sei que é feliz, nota-se, sente-se a milhas. Fico contente por ter passado por cima de tudo.
Estava com alguma pressa, e tive pena de não poder ficar mais à conversa com ele. Saí a correr, muito mais feliz depois daquele sorriso, e certa da paz e do equilíbrio que encontrou.
Quem me dera ter conseguido também isso...!
18.9.06
Regresso de férias
31.8.06
Cântico Negro (José Régio)
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!
25.8.06
Um café e um chá de maçã e canela...
24.8.06
Pequenas grandes alegrias
20.8.06
Uma viagem como gosto...
Ah, e à partida, ainda tempo para um belo gelado com o BB nas recém-inauguradas 'Docas'...
16.8.06
Hummm...
...este cheiro a terra molhada é único! Estas primeiras chuvas, já com selo de Outono, são fabulosas pelo ‘rasto’ que deixam!
15.8.06
Detesto 'surpresas'!
Hoje dei por mim mais do que uma vez a pensar que estava muito contente por estar viva, por ter a família que tenho, tenho amigos, tenho trabalho, já viajei um bocado, etc, etc. E que tinha muita sorte, não me podia queixar!
9.8.06
"Rainy Night In Georgia"
(Words and Music by Tony Joe White )
Hoverin' by my suitcase, tryin' to find a warm place to spend the night
Heavy rain fallin', seems I hear your voice callin' "It's all right."
A rainy night in Georgia, a rainy night in Georgia
It seems like it's rainin' all over the world
I feel like it's rainin' all over the world
Neon signs a-flashin', taxi cabs and buses passin' through the night
A distant moanin' of a train seems to play a sad refrain to the night
A rainy night in Georgia, such a rainy night in Georgia
Lord, I believe it's rainin' all over the world
I feel like it's rainin' all over the world
How many times I wondered
It still comes out the same
No matter how you look at it or think of it
It's life and you just got to play the game
I find me a place in a box car, so I take my guitar to pass some time
Late at night when it's hard to rest I hold your picture to my chest and I feel fine
(minor scat) But it's a rainy night in Georgia, baby, it's a rainy night in Georgia
I feel it's rainin' all over the world, kinda lonely now
And it's rainin' all over the world
Oh, have you ever been lonely, people?
And you feel that it was rainin' all over this man's world
You're talking 'bout rainin', rainin', rainin', rainin', rainin', rainin', rainin',
rainin', rainin' rainin', rainin', rainin'
7.8.06
Ele há coisas...
Nem que não fosse verdade...
3.8.06
Fui injusta...
Sent: terça-feira, 1 de Agosto de 2006 13:12
To: Grasnar
Subject: Fui injusta...
... com um amigo. Porque reagi a quente. Continuo a achar que tinha razão, mas como de costume perdi-a quando overreacted. I should have known better... Myself and my friend. O mal está feito, mas passo a vida a cometer estes erros. De palmatória, no meu caso! Não posso reagir por impulso porque o resultado é sempre pior que mau! Não tenho já idade para ter mais juízo, mais maturidade e, acima de tudo, para me conhecer sa mim própria 8e aos outros) o suficiente para não fazer semrpe a mesma m****?
